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agosto 12, 2022
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Eleitorado brasileiro em 2018 têm em sua maioria mulheres com baixa escolaridade e na região sudeste

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) as eleições deste ano são marcadas por mais da metade, de mulheres, na faixa etária entre 45 a 59 anos, corresponde a 24%, do eleitorado, com baixa escolaridade e moram na região sudeste do país.

OTSE define o público deste pleito, como mais maduro em relação às eleições anteriores. Quase 11% desses eleitores têm entre 60 e 69 anos. Houve um aumento de 3,7% no eleitorado, comparado com 2014.

De acordo com o doutor em Ciência Política Leonardo Barreto. Nas eleições deste ano, as mulheres são 52,5% dos eleitores aptos a votar, correspondendo a 77,3 milhões de eleitoras. Homens são 47,5%, representando 69, 9 milhões de votantes. É importante lembrar que para os eleitores não alfabetizados o voto é facultativo. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda registrou uma redução considerável de jovens, de 16 e 17 anos, que corresponde á 14,53% no número de jovens eleitores, mais de 238 mil a menos do que em 2014.

Pela aprovação do TSE em março deste ano, da possibilidade de autoidentificação, por eleitores transexuais e travestis, 6,280 pessoas terão o nome social impresso no título de eleitor e no caderno de votação das eleições 2018. 

A medida representa segundo especialistas,  um esforço positivo das instituições públicas para se atualizarem com a nova realidade brasileira.

A maior parte do eleitorado possui baixa escolaridade: 25,84% possuem ensino fundamental incompleto – são 38,06 milhões de pessoas. Outros 33,6 milhões de eleitores afirmaram ter concluído, pelo menos, o ensino médio. Já os eleitores com ensino superior somam 13,5 milhões de cidadãos, segundo a base de dados do Cadastro Eleitoral.

As eleições gerais ocorrem no domingo, 7 de outubro, das 8h às 17h, respeitando o horário local. A votação do 2° turno está prevista para o dia 28 de outubro. Segundo dados do TSE , metade do eleitorado já votará com biometria.

Para Fernando Trindade, consultor do Senado especializado em Direito Eleitoral,  desde as eleições de 2014, o debate político nas redes sociais ganha cada vez mais importância e disputa a “narrativa política” dos acontecimentos com os meios tradicionais de comunicação.

Nesse sentido, em um ambiente tão variável, o resultado das eleições pode ainda ser influenciado por fatores externos e ocorrências próximas aos dias de votação. 

Fonte: TSE, Senado/ Imagem: Google

 

 

 

 

 

Comunicação FIV

Equipe de Comunicação da Fundação Ivete Vargas

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