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agosto 16, 2022
Política

Governo Bolsonaro deixa pacto migratório da ONU

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, via Twitter, que o Brasil não fará mais parte do Pacto Global para Migração. Bolsonaro afirmou que , o país é soberano para decidir se aceita ou não migrantes.

"Quem por ventura vier para cá deverá estar sujeito às nossas leis, regras e costumes, bem como deverá cantar nosso hino e respeitar nossa cultura", afirmou.

A assinatura do pacto se deu, em dezembro, no antigo governo de Michel Temer , o Brasil já tinha um novo presidente eleito. No mesmo dia da assinatura, o atual ministro da Relações Exteriores, Ernesto Araújo — que já havia sido indicado por Jair Bolsonaro para o cargo —, publicou em suas redes sociais que o novo governo não faria mais parte do pacto, que não seria a forma adequada de lidar com o problema, que na sua visão deve ser tratada com a realidade e a soberania de cada país.

O documento foi aprovado na Assembleia Geral das Nações Unidas, poucos dias após ser assinado no Marrocos, com 152 votos favoráveis, 12 abstenções e cinco votos contrários: Polônia, República Tcheca, Hungria, Israel e Estados Unidos. Os três últimos, aliás, são países com os quais o governo Bolsonaro já manifestou o desejo de aproximar relações.

O ex-presidente da Assembleia Geral da ONU Miroslav Lajcák afirmou que o pacto "não incentiva a migração nem visa impedi-la" e que ele "respeita plenamente a soberania dos Estados".

No mesmo dia que publicou a saída do pacto em suas redes sociais, Bolsonaro afirmou que não vai negar ajuda a quem precisa. no entanto, reafirmou que acha necessário o pacto ser tratado de forma local.

 

Imagem: reprodução/Google

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comunicação FIV

Equipe de Comunicação da Fundação Ivete Vargas

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