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agosto 16, 2022
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Empresas privadas iniciam corrida para trazer soluções para armanezamento de energia

O Brasil está  entre os 176 países do mundo que tem política de energia limpa, mas apesar disso, sociedades ainda dependem em grande parte do petróleo, do gás e do carvão.

Segundo pequisas feitas por ciêntistas ambientais da ONU:

"combustíveis fósseis, terão impactos sérios, generalizados e irreversíveis sobre as pessoas e os ecossitemas, se nada for feito para mudar esta realidade"

Diante disso, uma das maiores preocupações de empresas privadas, têm sido encontrar soluções para dinamizar o armazenamento de energia. Por esta razão, especialistas vêm tentando descobrir formas de garantir estocar o excedente, além do armazenamento,  para que possa ser usado em situações posteriores, caso hajam desequilíbrios entre a oferta e a demanda de eletricidade.

Em muitas partes do mundo desenvolvido, basta acionar um interruptor para ligar uma lãmpada, ou um aparelho eletrodoméstico, mas nos países em desenvolvimento, são registrados grandes "apagões" e cidades escuras por produzir ainda insuficientemente energia.

Empresas privadas têm se lançado no desafio de estudar formas de armazenamento de energia em grande escala, para fornecerem energia em locais que sofreram blecautes e toman à frente de governos.

John Goodenough, ciêntista e professor universitário, criador de baterias de íons lítio, defende a criação de uma bateria em larga escala, que seja capaz  de produzir e, em seguida, armazenar energia.

Segundo ele, a dependência da sociedade moderna de combustíveis fósseis, não é saudável.

Benjamin Sovacool, professor de Política Energética da Universidade de Sussex, no Reino Unido, diz:

"A necessidade de armazenar energia surge quando você entende como é incrivelmente difícil gerar eletricidade", diz Benjamin Sovacool, professor de Política Energética da Universidade de Sussex, no Reino Unido.

O mercado de energia renovável ainda não é totalmente explorado. Mas, tendo em vista, que mesmo no mundo desenvolvido, ainda há mais de um bilhão de pessoas sem acesso à eletricidade, certamente, o investimento em pesquisa em tecnologia para buscar novas formas de armazenamento de energia são bem vindas.

Fonte: BBC Brasil

 

 

Comunicação FIV

Equipe de Comunicação da Fundação Ivete Vargas

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